O stress do Tio Patinhas, a propósito da crise do BES

Comecei a jogar ténis descalço. Muitas vezes trajado de branco, como dizem os franceses “comme il faut”, mas com os dez dedos firmes no chão verde do campo. O sol em Cabo Verde não tem aquela timidez que se verifica nos Açores (em que parece que está para durar e, de repente, o seu brilho é abafado por nuvens volumosas e cinzentas) é um sol impiedoso. Jogava nos dias de semana, sempre à uma da tarde, depois das aulas. Enquanto esperava o meu parceiro de ténis, devorava banda desenhada. Uma das minhas personagens preferidas era o Tio Patinhas. Sabemos que para além de ser um tipo terrivelmente avarento guardava todo o seu dinheiro num cofre-forte. No mundo da banda desenhada os bancos não existiam. Aliás, pelas razões óbvias nem sempre existiram no mundo real. Para continuar a ler,aceda ao link:

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Cabo Verde, um percurso de esperança

Slow Ferry e o enguiço do Estado

Fine coliving in the Azores