Tempo: o inimigo implacável


Quantos vezes não caímos na tentação ( entre a ingenuidade e estupidez) de construir o nosso próprio mundo. Queremos fazer quase tudo e pensamos que é possível. A idade, ou melhor, a maturidade aconselha-nos alguma prudência nesta tentação que querer construir o nosso próprio mundo. Dou por mim nesta encruzilhada, de querer fazer muito um espaço temporal que não se estica. Estou a ficar convencido que afinal o dia tem mesmo só 24 horas . À espreita temos sempre uns artistas que ao minímo descuido lixam-nos.

Este último mês foi complicado. Duas viagens até as minhas ilhas crioulas. Cabo Verde, terra pobre, castanha... mas sem Cabo Verde sou incompleto. Em Cabo Verde a formação em projectos de intervenção social foi, também, para mim uma aprendizagem fantástica. A empresa (www.si.cv) está em stand by à espera do resultado final. Vamos ver.


Uma viagem rápida até ao Convento de Arrábida para participar numa extraordinária iniciativa do ACIDI (www.acidi.gov.pt). Tive imensa pena, mas só pude ficar um dia . O Convento é qualquer coisa de sublime. Vale e pena visitar


Regresso às minhas outras ilhas... mais verdes... para terminar os relatórios do projecto CEESA ( www.ceesa-mac.org). Pelo meio dois artigos e um deles relacionado com a PERCIP (Plataformas das Associações de Imigrantes). Estou quase e ainda estou com algumas coisas penduradas. Conclusão: o tempo não se estica e é muitas vezes o nosso pior inimigo.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Cabo Verde, um percurso de esperança

Slow Ferry e o enguiço do Estado

A lei dos mais fortes...Conhecem um tal Abreu Freire?